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  • Gustavo Lopes

SeeBoundless Utiliza Blackmagic eGPU Pro para criar modelo 3D da Floresta Amazônica

O SeeBoundless é um laboratório de tecnologia, estúdio de design e empresa de comunicação, e sua narrativa imersiva por meio da fotogrametria é usada por veículos de notícias, educadores e empresas do mundo inteiro. Em 2016, o SeeBoundless começou a desenvolver os padrões e práticas para a narrativa em 360º com o Weather Channel e o Washington Post, e recentemente começou a oferecer produção de AR móvel a organizações de notícias, ONGs e fundações em todo o mundo.

O SeeBoundless foi contratado pela TIME para criar um extenso modelo fotogramétrico em AR de grande parte da floresta amazônica, desde o solo até a copa das árvores. Apresentado na revista, no site e no novíssimo aplicativo imersivo da TIME, o modelo permite que os leitores se movimentem por uma floresta virtual de alta resolução, expondo as realidades e os impactos do desmatamento.



Para fazer isso, o SeeBoundless viajou até a floresta amazônica e filmou tanto no nível do solo quanto nas copas das árvores. O fundador Steve Johnson e sua equipe montaram um fluxo de trabalho de produção e pós de AR móvel a partir do zero, que incluía drones e câmeras no nível do solo.

“O que fazemos é muito diferente do que outras empresas fazem com satélites ou filmando a 2.000 pés acima do solo. Nós chegamos até o nível do solo, e neste caso o nível das árvores também, e obtivemos modelos AR de alta resolução em 360º que mostram cada detalhe. Podemos levar maravilhas naturais, monumentos arquitetônicos, notícias de última hora, artefatos históricos (em escala) e obras de arte para a televisão, celular ou laptop de qualquer pessoa”, disse Johnson.

“Mas não é um processo fácil. Até pouco tempo atrás, precisávamos filmar em locação e levar o material para uma casa de pós ou um dos nossos laboratórios e começar a costurar as imagens. Agora, com a Blackmagic eGPU Pro conectada aos nossos MacBooks, nós obtemos o poder de processamento adicional que precisamos e podemos começar a costurar milhões de pontos de imagem na própria locação. Apesar de pequena e portátil, a eGPU Pro também inclui um grande poder de processamento extra”, acrescentou.



Viajar e gravar na Amazônia exigiu que Johnson e sua equipe levassem poucos equipamentos. Todo o fluxo de trabalho incluiu um case Pelican para o equipamento da câmera de 20 megapixels, vários drones e um laptop. E agora, graças à Blackmagic eGPU Pro, a equipe do SeeBoundless consegue obter gráficos ao nível de desktop em qualquer lugar.

Ao chegar na locação, a equipe mapeou as áreas a serem filmadas e construiu um mapa em grade e domo. Com isso, puderam determinar como captar cada dez graus de espaço.

“O desafio que enfrentamos era como captar as árvores e o desmatamento em grande escala e como filmar um pouco acima da linha das árvores, considerando que elas estão em constante movimento”, disse Johnson. “Todos os dias, obtínhamos entre 1.000 e 1.500 imagens, e fomos capazes de costurá-las em locação graças ao poder da Blackmagic eGPU Pro.”


“Com a eGPU, fomos capazes de seguir uma trajetória padrão e, ao final do dia, a costura estava pronta. Gravar na Amazônia é extremamente difícil, e nós sabíamos que tínhamos que obter essas panorâmicas enormes e costurá-las rapidamente porque qualquer coisa poderia acontecer. Havia até pássaros atacando os drones, então cada segundo que eu pudesse economizar com a Blackmagic eGPU Pro era importante”, concluiu.

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