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Por trás das câmeras de um filme institucional para a Montreal Moda e Casa

Uma produção especial para a Montreal Moda e Casa, transformando família, pertencimento e conexão em uma história contada através do audiovisual.

Por Gustavo Lopes
Capa da matéria Por trás das câmeras de um filme institucional para a Montreal Moda e Casa

Existem projetos em que o desafio não é apenas apresentar uma empresa. É transformar aquilo que uma marca acredita em uma história que possa ser sentida.

"Foi esse o ponto de partida da produção realizada pelo Oeditor.com para a Montreal Moda e Casa, a partir da criação da Portal Publicidade. O conceito tinha uma palavra no centro de tudo: família."

Sua empresa também precisa transformar história, cultura e pessoas em um filme? O Oeditor.com desenvolve produções institucionais e filmes de marca do planejamento à finalização.

Uma marca contada através das pessoas

O filme manifesto foi pensado a partir de situações aparentemente simples do cotidiano.

Uma vendedora organizando a loja.

Uma cliente chegando e sendo recebida com um abraço.

Um vendedor ajudando uma criança a escolher uma roupa.

Uma conversa no caixa.

Um cliente saindo com suas compras.

São pequenos acontecimentos, mas é justamente neles que o conceito começa a ganhar força.

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No storyboard, a intenção era mostrar um dia comum dentro de uma loja Montreal, colocando vendedores, clientes e a família Fonseca dentro de uma mesma narrativa. O clima deveria ser leve, alegre e descontraído, com aquela sensação de um domingo em família, quando todos estão juntos simplesmente porque gostam de estar ali.

A câmera, portanto, não precisava apenas registrar pessoas.

Precisava encontrar os gestos, os olhares, os encontros e a proximidade.

"Porque a mensagem que atravessava o filme inteiro era muito clara: Família não é substantivo, é um sentimento.”

Quando o cotidiano precisa parecer verdadeiro

Produções com esse tipo de linguagem têm um desafio particular.

As cenas precisam ser planejadas, iluminadas, enquadradas e dirigidas, mas o resultado não pode parecer artificial.

O espectador precisa acreditar naquele encontro.

No abraço.

Na conversa entre cliente e vendedor.

Na brincadeira entre adulto e criança.

No ambiente de uma loja funcionando normalmente.

Por trás dessa naturalidade existe preparação.

O roteiro previa movimentos de câmera, momentos em câmera lenta, interações entre personagens e até situações em que algumas pessoas “quebravam a quarta parede” e falavam diretamente para quem estava assistindo.

Cada uma dessas decisões ajuda a construir proximidade entre marca e público.

É o tipo de produção em que direção, elenco, fotografia e ritmo precisam trabalhar juntos para que uma situação criada para o filme pareça pertencer naturalmente àquele universo.

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Duas maneiras de contar a mesma marca

O projeto não se limitava a um único filme.

Além do Manifesto, concebido com uma linguagem mais emocional, o material previa também um filme institucional, ampliando a história e mostrando a estrutura existente por trás da Montreal. Enquanto o manifesto trabalha principalmente com sentimento, relacionamento e pertencimento, o institucional amplia o olhar. A narrativa passa pelas lojas, pelos colaboradores e também pelos diferentes ambientes que fazem a operação acontecer.

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O planejamento incluía imagens do escritório administrativo em Mogi Guaçu, do escritório comercial em São Paulo e do Centro de Distribuição em Guarulhos. Era outra camada da mesma história, de um lado, aquilo que o cliente vê quando entra em uma loja, do outro, toda a estrutura, as pessoas e os processos que existem antes daquele encontro acontecer.

Uma produção feita de gente

O roteiro institucional também tinha uma escolha importante: colocar os próprios colaboradores no centro da narrativa.

Em vez de falar apenas sobre estruturas físicas, números ou produtos, a proposta era mostrar pessoas trabalhando, atendendo clientes, participando da operação e olhando para a câmera.

Porque uma empresa desse tamanho não existe somente em prédios, lojas ou centros de distribuição. Existe nas pessoas.

O projeto ainda previa cenas da própria família Fonseca, reforçando a relação entre a origem da Montreal e a ideia de família que sustentava toda a campanha.

Isso permitiu construir uma narrativa que ia da história da empresa ao contato mais cotidiano com quem entra em uma de suas lojas.

Fotografia, movimento e ritmo para contar sentimento

A linguagem visual também foi pensada para acompanhar essa proposta.

Para o Manifesto, a referência era um filme leve e próximo, acompanhado por uma trilha instrumental baseada em instrumentos de corda, crescendo até o encontro final entre as diferentes famílias representadas na história.

Já o institucional tinha outra dinâmica.

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O storyboard propunha uma montagem mais acelerada, acompanhada de batidas sintéticas e imagens de diferentes áreas da operação.

São linguagens distintas para objetivos diferentes, mas que precisavam preservar uma mesma identidade.

É aí que o trabalho audiovisual deixa de ser simplesmente produzir belas imagens.

Cada enquadramento, movimento de câmera, escolha de ritmo e decisão de montagem precisa estar conectado à mensagem que a marca quer transmitir.

Do roteiro para a realidade

Um storyboard organiza uma ideia.

Mas produzir significa transformar aquilo que está no papel em situações reais.

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É preciso encontrar os ambientes certos, preparar personagens, organizar equipe, pensar a luz, determinar movimentos, construir enquadramentos e garantir que diferentes cenas façam parte de uma mesma história.

O projeto da Montreal envolveu planejamento, preparação de elenco, direção, captação e pós-produção, reunindo profissionais, atores, figurantes e colaboradores da própria empresa.

No set, cada cena representa apenas alguns segundos do filme final.

Por trás dela existem decisões que começam muito antes do REC e continuam muito depois do último “corta”.

É justamente isso que o making of permite enxergar.

Não apenas aquilo que foi gravado, mas tudo aquilo que precisou acontecer para a gravação existir.

Família como ponto de partida e de chegada

No final, todas as linhas da narrativa voltavam para o mesmo lugar.

A família Montreal.

A família dos colaboradores.

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A família dos clientes.

E a família que está na origem da própria empresa.

O roteiro encontra seu clímax justamente quando esses universos se aproximam dentro da loja, transformando o conceito da campanha em uma situação visual.

A assinatura encerra a história de maneira simples:

Montreal. Leve pra vida.

Para o Oeditor.com, foi mais um projeto em que o trabalho audiovisual precisou ir além de mostrar produtos, espaços ou pessoas.

Era necessário encontrar uma maneira de transformar um sentimento em filme.

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E talvez seja exatamente aí que esteja uma das partes mais interessantes do nosso trabalho.

Uma câmera registra aquilo que está diante dela.

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Uma história bem contada mostra o que existe por trás.

Tem um projeto com essa complexidade? Conte para a gente o que precisa produzir.

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Filmes institucionais e filmes manifesto permitem transformar cultura, história, pessoas e posicionamento de uma empresa em uma narrativa audiovisual capaz de comunicar muito além de produtos ou serviços. No Oeditor.com, esse tipo de produção reúne planejamento, direção, captação e pós-produção para construir vídeos que apresentem empresas de maneira humana, profissional e coerente com aquilo que cada marca deseja transmitir ao seu público.

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