Existem projetos em que o desafio não é apenas apresentar uma empresa. É transformar aquilo que uma marca acredita em uma história que possa ser sentida.
"Foi esse o ponto de partida da produção realizada pelo Oeditor.com para a Montreal Moda e Casa, a partir da criação da Portal Publicidade. O conceito tinha uma palavra no centro de tudo: família."
Sua empresa também precisa transformar história, cultura e pessoas em um filme? O Oeditor.com desenvolve produções institucionais e filmes de marca do planejamento à finalização.
Uma marca contada através das pessoas
O filme manifesto foi pensado a partir de situações aparentemente simples do cotidiano.
Uma vendedora organizando a loja.
Uma cliente chegando e sendo recebida com um abraço.
Um vendedor ajudando uma criança a escolher uma roupa.
Uma conversa no caixa.
Um cliente saindo com suas compras.
São pequenos acontecimentos, mas é justamente neles que o conceito começa a ganhar força.

No storyboard, a intenção era mostrar um dia comum dentro de uma loja Montreal, colocando vendedores, clientes e a família Fonseca dentro de uma mesma narrativa. O clima deveria ser leve, alegre e descontraído, com aquela sensação de um domingo em família, quando todos estão juntos simplesmente porque gostam de estar ali.
A câmera, portanto, não precisava apenas registrar pessoas.
Precisava encontrar os gestos, os olhares, os encontros e a proximidade.
"Porque a mensagem que atravessava o filme inteiro era muito clara: Família não é substantivo, é um sentimento.”
Quando o cotidiano precisa parecer verdadeiro
Produções com esse tipo de linguagem têm um desafio particular.
As cenas precisam ser planejadas, iluminadas, enquadradas e dirigidas, mas o resultado não pode parecer artificial.
O espectador precisa acreditar naquele encontro.
No abraço.
Na conversa entre cliente e vendedor.
Na brincadeira entre adulto e criança.
No ambiente de uma loja funcionando normalmente.
Por trás dessa naturalidade existe preparação.
O roteiro previa movimentos de câmera, momentos em câmera lenta, interações entre personagens e até situações em que algumas pessoas “quebravam a quarta parede” e falavam diretamente para quem estava assistindo.
Cada uma dessas decisões ajuda a construir proximidade entre marca e público.
É o tipo de produção em que direção, elenco, fotografia e ritmo precisam trabalhar juntos para que uma situação criada para o filme pareça pertencer naturalmente àquele universo.

Duas maneiras de contar a mesma marca
O projeto não se limitava a um único filme.
Além do Manifesto, concebido com uma linguagem mais emocional, o material previa também um filme institucional, ampliando a história e mostrando a estrutura existente por trás da Montreal. Enquanto o manifesto trabalha principalmente com sentimento, relacionamento e pertencimento, o institucional amplia o olhar. A narrativa passa pelas lojas, pelos colaboradores e também pelos diferentes ambientes que fazem a operação acontecer.

O planejamento incluía imagens do escritório administrativo em Mogi Guaçu, do escritório comercial em São Paulo e do Centro de Distribuição em Guarulhos. Era outra camada da mesma história, de um lado, aquilo que o cliente vê quando entra em uma loja, do outro, toda a estrutura, as pessoas e os processos que existem antes daquele encontro acontecer.
Uma produção feita de gente
O roteiro institucional também tinha uma escolha importante: colocar os próprios colaboradores no centro da narrativa.
Em vez de falar apenas sobre estruturas físicas, números ou produtos, a proposta era mostrar pessoas trabalhando, atendendo clientes, participando da operação e olhando para a câmera.
Porque uma empresa desse tamanho não existe somente em prédios, lojas ou centros de distribuição. Existe nas pessoas.
O projeto ainda previa cenas da própria família Fonseca, reforçando a relação entre a origem da Montreal e a ideia de família que sustentava toda a campanha.
Isso permitiu construir uma narrativa que ia da história da empresa ao contato mais cotidiano com quem entra em uma de suas lojas.
Fotografia, movimento e ritmo para contar sentimento
A linguagem visual também foi pensada para acompanhar essa proposta.
Para o Manifesto, a referência era um filme leve e próximo, acompanhado por uma trilha instrumental baseada em instrumentos de corda, crescendo até o encontro final entre as diferentes famílias representadas na história.
Já o institucional tinha outra dinâmica.

O storyboard propunha uma montagem mais acelerada, acompanhada de batidas sintéticas e imagens de diferentes áreas da operação.
São linguagens distintas para objetivos diferentes, mas que precisavam preservar uma mesma identidade.
É aí que o trabalho audiovisual deixa de ser simplesmente produzir belas imagens.
Cada enquadramento, movimento de câmera, escolha de ritmo e decisão de montagem precisa estar conectado à mensagem que a marca quer transmitir.
Do roteiro para a realidade
Um storyboard organiza uma ideia.
Mas produzir significa transformar aquilo que está no papel em situações reais.

É preciso encontrar os ambientes certos, preparar personagens, organizar equipe, pensar a luz, determinar movimentos, construir enquadramentos e garantir que diferentes cenas façam parte de uma mesma história.
O projeto da Montreal envolveu planejamento, preparação de elenco, direção, captação e pós-produção, reunindo profissionais, atores, figurantes e colaboradores da própria empresa.
No set, cada cena representa apenas alguns segundos do filme final.
Por trás dela existem decisões que começam muito antes do REC e continuam muito depois do último “corta”.
É justamente isso que o making of permite enxergar.
Não apenas aquilo que foi gravado, mas tudo aquilo que precisou acontecer para a gravação existir.
Família como ponto de partida e de chegada
No final, todas as linhas da narrativa voltavam para o mesmo lugar.
A família Montreal.
A família dos colaboradores.

A família dos clientes.
E a família que está na origem da própria empresa.
O roteiro encontra seu clímax justamente quando esses universos se aproximam dentro da loja, transformando o conceito da campanha em uma situação visual.
A assinatura encerra a história de maneira simples:
Montreal. Leve pra vida.
Para o Oeditor.com, foi mais um projeto em que o trabalho audiovisual precisou ir além de mostrar produtos, espaços ou pessoas.
Era necessário encontrar uma maneira de transformar um sentimento em filme.

E talvez seja exatamente aí que esteja uma das partes mais interessantes do nosso trabalho.
Uma câmera registra aquilo que está diante dela.

Uma história bem contada mostra o que existe por trás.
Tem um projeto com essa complexidade? Conte para a gente o que precisa produzir.

Filmes institucionais e filmes manifesto permitem transformar cultura, história, pessoas e posicionamento de uma empresa em uma narrativa audiovisual capaz de comunicar muito além de produtos ou serviços. No Oeditor.com, esse tipo de produção reúne planejamento, direção, captação e pós-produção para construir vídeos que apresentem empresas de maneira humana, profissional e coerente com aquilo que cada marca deseja transmitir ao seu público.
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