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Bastidores

Invasão Tortuguita: o Oeditor.com por trás de uma produção criada para o cinema

Três dias de produção, uma equipe do Oeditor.com mobilizada entre diferentes sets e uma operação audiovisual completa para levar a irreverência de Tortuguita às telas do cinema.

Por Gustavo Lopes
Capa da matéria Invasão Tortuguita: o Oeditor.com por trás de uma produção criada para o cinema

A proposta parecia simples quando resumida em poucas palavras: colocar a Tortuguita dentro do cinema.

Na prática, transformar essa ideia em um filme exigiu planejamento, diferentes locações, preparação técnica, construção de cenas, captação, iluminação e pós-produção.

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Foi assim que nasceu “Invasão Tortuguita”, projeto desenvolvido para a Arcor, com criação da Portal Publicidade e produção audiovisual do Oeditor.com.

Ao todo, foram três dias de produção, envolvendo gravações em ambientes diferentes e uma equipe do Oeditor.com formada por 15 profissionais diretamente relacionados no planejamento da produção, além dos demais profissionais, parceiros e envolvidos necessários para colocar o projeto em prática. A produção executiva ficou a cargo de Gustavo Lopes, responsável pela condução do projeto pelo Oeditor.com.

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Uma ideia pensada para a tela grande

O conceito partia da personalidade da própria Tortuguita.

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Irreverente, inesperada e sempre disposta a “pensar fora do casco”, a personagem ganhou uma narrativa construída dentro do universo cinematográfico.

No filme, o cinema deixa de ser apenas o local onde a história é exibida e passa a fazer parte dela.

A Tortuguita entra na sala, interage com o ambiente, recebe notificações no celular, tenta se desligar do mundo exterior e, de repente, se vê transformada na própria estrela do filme.

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A partir daí, realidade, bastidores, comportamento de influencer, humor e referências ao universo do entretenimento começam a se misturar.

O storyboard previa momentos em que a personagem aparece no cinema, em situações de sua rotina, em uma espécie de reality show, produzindo conteúdo, jogando videogame, brincando com música e até explicando seu famoso ritual Tortuguita.

Tudo isso precisava caber em uma narrativa curta, rápida e visualmente dinâmica.

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Três dias para construir um filme

O projeto foi dividido em três dias de produção e gravação.

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Uma parte das cenas exigiu captação específica em chroma, enquanto outras foram construídas em uma locação residencial, aproveitando diferentes ambientes para transformar um único espaço em vários sets.

Cada ambiente atendia a uma situação diferente prevista para a personagem.

Somente em uma das diárias, o planejamento incluía uma sequência de cenas da Tortuguita caminhando pela rua, ouvindo música, participando de um reality, fazendo um pronunciamento, jogando videogame, assumindo o papel de influencer, tocando guitarra, apresentando uma lousa e brincando com instrumentos.

Isso exige uma produção organizada não apenas para filmar, mas para transformar rapidamente cada espaço conforme a necessidade da próxima cena.

E tudo isso respeitando um cronograma de gravação definido previamente.

Quando o cinema também vira locação

Outra etapa importante aconteceu dentro de uma sala de cinema real.

A produção utilizou o Cineplex Prado Boulevard, em Campinas, para construir as cenas que colocavam a Tortuguita literalmente diante da tela grande.

Foi ali que parte central do conceito ganhou forma.

A personagem entra na sala, utiliza o celular, interage com pipoca e refrigerante, reage ao conteúdo exibido e passa a fazer parte da própria experiência cinematográfica.

O planejamento incluía ainda cenas com projeção, utilização das poltronas, interação com a tela e enquadramentos pensados especificamente para explorar a dimensão visual daquele ambiente.

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Gravar dentro de um cinema traz desafios próprios. A iluminação precisa respeitar a atmosfera escura da sala sem perder o personagem.

A câmera precisa trabalhar com a profundidade das fileiras e com a tela, o posicionamento da equipe precisa ser planejado para não interferir nos enquadramentos e cada elemento técnico deve funcionar dentro de um espaço que originalmente não foi construído como estúdio de gravação.

É exatamente nesse tipo de situação que pré-produção e planejamento fazem diferença.

Uma equipe trabalhando em várias frentes

Para o Oeditor.com, o projeto não se resumia à presença de uma câmera no set.

O planejamento técnico previa câmera Sony e lentes, monitoramento, gimbal para movimentos estabilizados e uma estrutura de iluminação formada por diferentes fontes para atender às necessidades de cada ambiente. Também estavam previstos recursos para pós-produção, edição profissional e color grading.

A equipe do Oeditor.com registrada no planejamento era composta por 15 profissionais, trabalhando de forma integrada durante a produção.

Com Gustavo Lopes na produção executiva, o desafio era coordenar pessoas, equipamentos, horários, locações e necessidades criativas para que cada etapa se conectasse à seguinte.

Em uma produção como essa, quantidade de equipe não significa apenas colocar mais pessoas no set.

Significa dividir responsabilidades.

Enquanto uma parte da equipe está concentrada na imagem, outra precisa antecipar iluminação, preparação da próxima cena, acompanhamento técnico, organização de equipamentos e continuidade do projeto.

Quando uma cena termina, a produção já precisa estar pensando na próxima.

Do storyboard para o set

Antes da câmera começar a gravar, boa parte do filme já existia em planejamento.

O storyboard de 60 segundos detalhava o comportamento da personagem e como cada momento deveria contribuir para a construção da narrativa. A Tortuguita se transforma em uma espécie de celebridade de seu próprio universo.

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Ela recebe mensagens.

Desaparece das redes.

Assiste à própria história.

Brinca com a ideia de ser uma estrela.

Mostra sua rotina.

Produz conteúdo.

E, no final, provoca o público com a assinatura que sustenta toda a campanha:

“Pense Fora do Casco.”

Um roteiro anterior do projeto já explorava a mesma ideia de colocar a personagem diante do cinema e brincar com referências cinematográficas, produtos Tortuguita e situações inesperadas.

A função da produção audiovisual foi transformar esse universo criativo em imagens possíveis de serem gravadas.

Uma produção pensada até a entrega

O trabalho não terminava no último “corta”.

O planejamento do projeto contemplava também uma estrutura profissional de pós-produção, com ilha de edição, servidor para gerenciamento do material e recursos dedicados de color grading.

Depois de captar diferentes ambientes, condições de luz e situações narrativas, era preciso transformar todo esse material em uma única experiência visual.

É na pós-produção que ritmo, imagem, cor, efeitos e narrativa finalmente passam a funcionar como um filme único.

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E, neste projeto, havia uma responsabilidade adicional.

O conteúdo havia sido concebido justamente para veiculação no cinema.

Ou seja, uma produção criada para ocupar uma das maiores telas disponíveis para um filme publicitário.

Pensar fora do casco também na produção

“Invasão Tortuguita” é um exemplo de projeto em que criatividade e execução precisam caminhar juntas.

Foram três dias de produção, diferentes ambientes, gravação em cinema, cenas em locação, captação técnica, iluminação, movimentação de câmera e uma equipe trabalhando para transformar uma personagem conhecida do público em protagonista de uma pequena história cinematográfica.

Porque, antes de o público assistir a um minuto de filme, existem horas de preparação.

Antes de uma cena funcionar, existem dezenas de decisões.

E antes de chegar à tela do cinema, existe uma equipe inteira fazendo a história acontecer.

Nesse caso, literalmente pensando fora do casco.

Tem um projeto com essa complexidade? Conte para a gente o que precisa produzir.

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